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3 BestSellers de Vandi Dogado

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Inteligencia e aprendizagem

Dogado, Vandi

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O iminente colapso de boston

Dogado, Vandi

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O templo de aiakos

Dogado, Vandi

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29 de mai de 2016

Confusões entre conceitos estreitos

Por Vandi Dogado
Existem inúmeros vocábulos que mal interpretados provocam ampla confusão no comportamento humano: autoestima e arrogância, humildade e subserviência, tolerância e conveniência, independência e autonomia, autoridade e autoritarismo, etc. Há centenas de dualidades inter-relacionadas semanticamente, no entanto explanarei apenas sobre anteriormente citadas e encerrarei tentando desfazer uma confusão que gera muitas brigas, não saber distinguir “questão de fato”, “questão de valor” e “questão semântica”.
Autoestima é um estado de espírito elevado e de reconhecimento da própria capacidade de realização, porém, se não tomarmos cuidado com seu real sentido, transforma-se facilmente em arrogância. Se temos habilidades e competências, não devemos as usar para humilhar quem não as possuem. A autoestima é importantíssima para nossa evolução, todavia só quando está atrelada à humildade. Contudo, humildade sem reflexão pode se transformar em subserviência. O fato de sermos humildes não significa que devamos aceitar tudo sem questionamento. Há muitos humildes detentores de enorme dificuldade em falar ou demonstrar suas habilidades e, também, de dizer não. Tais comportamentos atrapalham o sucesso pessoal e profissional, pois que tem dificuldades de dizer “não” acaba fazendo somente pelos outros e se metendo em encrencas. Por conseguinte, dizer “não” ao auxílio de pessoas necessitadas é tão maléfico quanto o contrário.
Outro grande equívoco vem da ausência de reflexão entre ser tolerante e ser conivente. Sabemos que grande parte da violência no mundo se deve à falta de tolerância e desrespeito às diferenças culturais, religiosas, étnicas, ideológicas, sociais e sexuais, por isso devemos nos engajar para que os seres humanos sejam tolerantes. Entretanto, não podemos nos esquecer de que há leis institucionais e regras sociais que devemos seguir. Podemos até discordar de uma ou outra lei, mas não devemos transgredi-la. O caminho é outro: pensar em estratégias articuladas e inteligentes para alterar as leis institucionais das quais discordamos, todavia enquanto forem vigentes devemos respeitá-las, sejam elas sociais ou institucionais. Logicamente, que se uma prática cultural atenta contra a vida deve ser combatida. Certos povos sacrificavam bebês em cultos religiosos como oferenda aos seus deuses. Assim sendo, devemos olhar com alegria e sem preconceitos para as diversidades, tendo sempre a preservação da vida como exceção a qualquer prática. Acontece que muitos passam aceitar prática ilegais ou preconceituosas pensando que estão sendo tolerantes ou valorizando as diferenças, mas estão sendo coniventes com atitudes ruins aos demais seres humanos.
Ainda há de se esclarecer que as leis e as regras sociais nos impedem sermos independentes. “Independente” é poder executar tudo o que acreditamos ser possível, por exemplo, um homem pode matar o outro? Sim, pode, contudo terá de pagar pelo crime. Quem procura independência está fadado ao sofrimento e à infelicidade. Nós podemos é ser autônomos (auto = próprio e nomo = norma), isto é, homens livres e de bons costumes que seguem normas. Hitler abstraiu equivocadamente a filosofia de Nietzsche quando este disse que a moral é uma criação humana e causou a morte de milhões. Realmente a moral é uma invenção humana, mas o filósofo nunca mencionou que se podia matar porque “assassinato” é uma prática exterior à moral. Um mundo sem regras sociais ou leis é extremamente perigoso para todos, inclusive para quem defende a ruptura de conceitos morais em nome do espírito crítico ou em nome de qualquer outra coisa. Observa-se atualmente absurdos como certas declarações de que as mulheres são culpadas pelos estupros porque vestiram roupas curtas. Qualquer um pode não concordar com o uso de trajes insinuantes, todavia o corpo é uma propriedade que pertence tão somente a si próprio, e qualquer ato de violência contra as mulheres é injustificável, porque os corpos são delas.  
A confusão continua quando homens frente a elevados cargos se tornam ditadores, justamente porque não distinguem autoridade de autoritarismo. Um líder não deve impor nada pela força bruta, mas convencer pelo discurso coerente. Outros com medo de serem chamados de ditadores se tornam profissionais omissos e não exercem a autoridade do seu posto, deixando de contribuir para o pleno desenvolvimento da instituição a que pertence e da sociedade
A coisa fica pior quando se tenta criar um debate exitoso para entendermos os limites da prática extraída dos significados de cada dualidade e suas inter-relações com outras dualidades. Para que um debate seja eficiente precisamos diferenciar três tipos de questões: factual, valorosa e semântica. A “questão factual” é objetiva e deve seguir as leis da lógica, cujas partes se relacionam sistematicamente entre si. A “questão valorosa” é subjetiva e deve ser pautada tanto pelo respeito quanto pelos posicionamentos individuais ou coletivos. Já “questão semântica” orienta-se quanto à noção clara do significado de cada palavra que está sendo discutida. Há equívocos do tipo “como um homem não pode gostar de música? ”. Essa é uma “questão de valor” não se pode discuti-la objetivamente. Agora, veja essa expressão “Não existe urubu branco, essa é minha opinião e pronto”. Claro que existe urubu branco, é um fato e não se pode questionar subjetivamente. Nos atuais debates sociais, além do desvio de tema também é notada a grande dificuldade de distinguir os tipos de questões, tornando reuniões ou embate intelectuais falhos e improdutivos.  
Agora, fiquem atentos as duas expressões seguintes “amo tudo isso” (dito em uma boate) e “amo tudo isso” (dito em uma igreja). Epa! Se fôssemos efetuar um debate sobre o amor, teríamos a “questão de valor” e a “questão semântica” presentes). Deveria ser observado os significados denotativos (próprios) do termo e também as concepções de julgamento que cada indivíduo faz sobre as diferentes acepções desse termo: profano, filial, humanitário... Se um sujeito estiver numa discussão expressando sobre o amor no sentido profano e outro no sentido filial, o produto deste debate será totalmente em vão. Dessa forma, devemos ter ciência entre questionamentos objetivos, subjetivos e conceituais. Como melhorar isso e evitar as falácias nos discursos? Simples, devemos ler muito. A grande dificuldade de uma argumentação eficiente encontra-se no pouco hábito de leitura, tema abordado na semana passada. Isso mesmo! Ler, liberta a mente  e oferece luz aos nossos olhos.



DESTRUIÇÃO: A PODRIDÃO DO PODER

Por Olavo Câmara
Quando houve o impeachment do ex-presidente Collor, todos pensavam que o Brasil tinha novas perspectivas. Passados alguns anos, ressurgem os problemas e o maior escândalo da história brasileira. O que fazer caro leitor, para juntos ajudarmos a elevar a consciência do povo brasileiro, pensando sempre na Pátria, no desenvolvimento, na honestidade e trabalhar para uma sociedade melhor. O poder corrompe não há dúvida. Um dia o cadáver virará pó e se fundirá com os elementos químicos materiais da natureza, pois são estes que compõem o corpo humano. O que salva então? Apenas a consciência humana. Para quem acredita que o homem é dual em natureza e possui além do corpo físico, um corpo psíquico, podendo significar espírito ou alma, vale a pena pensar e até fazer uma reflexão: “tenho que cultivar a minha consciência, pois é o que vale”. O filósofo Sócrates, na Antiga Grécia, antes de beber sicuta, pois fora condenado à morte, afirmou aos seus discípulos: “Parem de chorar, pois Sócrates é imortal e jamais morrerá como estão dizendo”. Morrerá “este corpo, esta cabeça, estas mãos e estas pernas, mas não Sócrates, pois este é imortal”. Fantástico pensar como Sócrates, na imortalidade e na humildade. Aliás, talvez os dois seres mais humildes que passaram pelo planeta, pelo que se tem notícia, um é Sócrates e o outro é Jesus, o Cristo. As pessoas de todas as camadas sociais lutam para conquistar poder. Quando conquistam posições poderosas se tornam orgulhosas, arrogantes e prepotentes. Mas, chega um dia que as suas forças começam a desaparecer, a idade chega e o seu físico vai perdendo vigor até que a morte o abate e retorna para o pó de onde veio. Quantas maldades pelo mundo afora e no Brasil não é diferente. Há inúmeros conflitos armados no globo terrestre, levando milhões de pessoas à morte, devido à fome, doenças, ferimentos causados pelas guerras, explosões, roubos, furtos, tiroteios e atentados. Quais são as causas? A busca desenfreada do poder. A ambição plena os domina e pensam que são donos do mundo, esquecem que são frágeis. Então, eis uma alegoria para lembrar as pessoas que mergulham as suas mãos nas águas sujas dos vícios e dos crimes. “Do pó vieste e para o pó voltarás.” Não deixe a sua carne se desprender dos ossos ainda em vida e, não se apodreça enquanto ainda pode pensar. Eleve a sua consciência e trabalhe de alguma maneira para combater a corrupção e todos os crimes que assolam a nação.
Olavo Câmara. Advogado, Professor, Mestre e Doutor em Direito e Política.

23 de mar de 2016

Entrevista com autor do livro O Iminente Colapso de Boston

Por  (Blog Livros e Chocolate Quente)
O Iminente Colapso de Boston 

Em 2034, nas ruas de Boston a Rátio intensifica o tráfico de AK 36, droga que potencializa as habilidades mentais, mas em pouco tempo leva os usuários à morte por decomposição corporal. A Rátio arrecadou bilhões de dólares com o comércio da substância proibida e usou o dinheiro para desenvolver exoesqueletos que funcionam como uma resistente armadura e possuem armas potentes acopladas à sua complexa infraestrutura. Patrick Monks e mais dois jovens foram recrutados pela Rátio para invadir uma fortaleza do governo americano. O local é protegido por robôs gigantes que disparam poderosas rajadas de laser. Quando Patrick e os dois ratianos tentam invadir a fortaleza recebem fortes descargas de laser, que também atingem uma reserva de urânio que poderá eliminar Boston do mapa por meio de uma gigantesca explosão nuclear. O governo mobiliza veículos por terra e pelo ar para socorrer a população da cidade. O tempo é escasso e grande parte da população pode perder a vida. O livro de Vandi Dogado é uma mistura de ficção científica regrado de mistério e suspense. A história traz ainda uma profunda reflexão sobre a morte, a vida, o amor e a ganância. “O eminente Colapso de Boston” é a sexta obra do autor Vandi Dogado, a primeira lançada pelo selo Talentos da Literatura Brasileira, do Grupo Editorial Novo Século.

Confira agora o bate papo com o autor: 

Vandi Dogado é casado com Sandra Melchior. Atua como professor de Língua Portuguesa e é autor dos livros "O Templo de Aiakos" (literário), "Quim Nunca Esteve Lá" (contos populares), "Inteligência e Aprendizagem: desafios mentais" (psicologia cognitiva), "Escrita e Leitura: novas tecnologias da informação e comunicação" (educacional), Mentalux: técnicas de estudo e otimização do tempo" (Guia de instruções) e está lançando este ano "O Iminente Colapso de Boston" (literário). Durante muitos anos, escreveu livros como Ghost Writer para editoras estrangeiras. Escreve também artigos de opinião em jornais do interior e da grande São Paulo. Nasceu em Bernardino de Campos, interior do Estado de São Paulo. Atualmente, vive em Araçariguama, a 50 km da capital paulista, onde foi Secretário de Cultura e Turismo de 2009 a 2012 e implantou um grande programa de formação artístico-cultural. Formado em Letras pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP); Docência para o Ensino Superior; Psicopedagogia pela­­ Universidade Estadual do Vale do ACARAÚ-CE; e Mestre em Educação pela Universidade de Jaén. 
Livros e Chocolate Quente:Como surgiu a ideia de escrever "O iminente colapso de Boston" ?
Vandi Dogado: Meu último livro “O Templo de Aiakos” foi publicado em Inglês por editora dos EUA e em Português por editora de Portugal. Vendeu muito no exterior, mas justamente por ter sido publicado por editoras estrangeiras não ficou tão conhecido no Brasil. A ideia de escrever o “O Iminente Colapso de Boston” foi a dar continuidade ao projeto de “O Templo de Aiakos”. Não se trata de uma continuação de enredo como na maioria das séries, mas o protagonista é o mesmo. Embora existam relações de certos fatos entre os dois livros, não há necessidade de ler o primeiro para entender o segundo e vice-versa, cada um possui começo, meio e fim. Desta vez, o livro está sendo lançado pelo Grupo Editorial Novo Século (selo Talentos da Literatura Brasileira), ou seja, uma gigante do mercado de livros, assim o livro poderá ser encontrado nas melhores livrarias do Brasil, indicando que tem forte potencial para tornar-se um dos mais vendidos de nosso país.  
Livros e Chocolate Quente: Quanto tempo demorou para a história ficar pronta?
Vandi Dogado: Escrevo relativamente rápido, a história ficou pronta em menos de duas semanas. Depois houve um trabalho de reescrita que levou mais duas semanas. Isso não significa que o livro seja como a maioria da “literatura comercial”, isto é, não provoca no leitor reflexões sobre a complexidade do comportamento humano. 
Livros e Chocolate Quente: O que o leitor pode esperar de "O iminente colapso de Boston" ?
Vandi Dogado: Muito mistério e suspense. Encontrará também nas entrelinhas uma crítica ferrenha à ganância pelo poder, ao desprezo à vida e à obsessão pelo aprimoramento intelectual. 
Livros e Chocolate Quente: Você acabou de dizer que o livro é uma série. Quantos livros terá essa série?
Vandi Dogado: Não pensei nisso ainda. O terceiro livro já está pronto, mas por questão de estratégia de marketing será lançado daqui a um ano. O que posso dizer é que tenho mais quatro histórias na cabeça, então não menos que sete se tudo correr bem.
Livros e Chocolate Quente: Qual autor ou autora é seu preferido?
Vandi Dogado: Dostoievsky, Tolstoy, Machado de Assis, Jorge Luiz Borges, José Saramago, Gabriel Garcia Marques, Herman Hesse, Conan Doyle, Graciliano Ramos, Thomas Pynchon, Raquel de Queiroz e Miguel de Cervantes. Há muitos escritores e escritoras brilhantes, estes foram os primeiros que me vieram à mente. 
Livros e Chocolate Quente: Eles de alguma maneira te inspiraram a escrever?
Vandi Dogado: Não posso afirmar que me inspiraram em minhas obras, contudo tenho convicção de que fazem parte do ser humano que me tornei. 
Livros e Chocolate Quente: Se "O iminente Colapso de Boston" pudesse ter uma trilha sonora qual música você escolheria?
Vandi Dogado: Aí você me pegou (risos). Sinceramente deixarei essa aos cineastas. O que posso imaginar que teria de ser rock por causa da alta tensão da trama.
Livros e Chocolate Quente: Deixe uma mensagem para nossos leitores.
Vandi Dogado: Agradeço pela entrevista e parabenizo o grande serviço sociocultural prestado por todos os colaboradores deste espaço tão relevante. Deixo ainda meu carinho e respeito a todos os leitores do site “Livros e Chocolate Quente”, afinal são por eles que escrevemos.
Espero que tenha gostado ;) 


Projeto de Lei de Iniciativa Popular "CORRUPÇÃO NUNCA MAIS"




Quer um Brasil mais digno? Então, seja um multiplicador dessa CAMPANHA! Colha assinaturas e ajude-nos a aprovar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular "CORRUPÇÃO NUNCA MAIS". 
QUEREMOS PUNIÇÃO SEVERA CONTRA O CORRUPTO! 
OBS: O GEAP (Grupo Estadual de Ação Política) não faz política partidária, mas política cidadã).
ACESSE O LINK ABAIXO E SAIBA MAIS: 
http://www.geapsp.com.br/corrupcao_nunca_mais.php
#‎CorrupçãoNuncaMais‬ ‪#‎Geap‬ ‪#‎projetolei‬ ‪#‎açãopopular‬



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16 de mar de 2016

A FICHA AINDA NÃO CAIU

                                                                    POR VANDI DOGADO
Não me envolvo com política partidária, mas sou um defensor da participação política, no sentido lato da palavra, de toda a comunidade. Aliás, lembro-me perfeitamente dos fatos dos últimos 30 anos e posso afirmar tranquilamente que embora de forma morosa a corrupção vem sendo combatida, primordialmente nos últimos 12 anos. Quem imaginava empresários bilionários enjaulados como indefessos “tigres” de circo? Quem pensava presenciar ministros e deputados na gaiola como tristes “curiós”? Quem idealizava senador preso no próprio mandato? Enfim, homens poderosos estão encrencados com a justiça. 
Aliás, até pouco tempo Luís Inácio Lula da Silva era considerado o melhor presidente da história dos “tupiniquins”, os números de sua gestão de fato impressionavam, mas agora ao se abrir a “Caixinha de Pandora” surgem indícios de chorume na “límpida água”. Inclusive, o MP de SP solicitou a prisão preventiva do ex-presidente sob suspeita de lavagem de dinheiro. Alimentados pelo descontentamento do povo, homens como Joaquim Barbosa, Sérgio Moro e alguns incógnitos “atores” da Justiça, da Polícia Federal, da Polícia Civil, da Polícia Especial Militar e até mesmo das forças armadas vêm ocultamente agindo para extirpar a corrupção de nosso país. Chamo a atenção de que não se trata da corrupção do PT, já que têm surgido evidências da participação de políticos da maioria dos partidos em tantas falcatruas. Aparentemente não haverá “golpes” e “contragolpes”, quanto menos guerra civil, porquanto tudo será fonte de atilamento, ciência, tecnologia e astúcia.

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5 de mar de 2016

“Quem planta tamareira não colhe tâmaras, mas dissemina solidariedade”


Certa vez ouvi de um palestrante a frase de origem árabe “quem planta tamareira não colhe tâmara”. Um ansioso na plateia interrompeu-o, erigindo a mão direita e sem esperar o devido consentimento logo emendou em tom elevado e extenso: Mas, pooorqueeeee, senhor? O palestrante como se já esperasse o questionamento manifestou um sorriso maroto e elucidou que a tamareira leva aproximadamente 100 anos para produzir frutos, ou seja, se considerarmos que plantemos a árvore aos 20 anos de idade, teríamos de viver 120 anos para colher as tâmaras. Considerei o provérbio esplêndido, porque dele se podem extrair nobres ensinamentos de linguagem e de sapiência. Primeiramente, se tomarmos a expressão no sentido próprio ou denotativo, defrontemo-nos com uma típica falácia, pois, ainda que na época a expectativa de vida fosse bem baixa, haveria exceções para qualquer ser humano que plantasse a árvore antes dos vinte anos. Se uma criança de 10 anos semeasse a bela palmeira, poderia colher seus frutos aos 90 anos. Se houvesse uma única exceção, não se poderia afirmar que “quem planta tamareira não colhe tâmaras”. Depois de algum tempo, descobri que apenas as tamareiras de outrora demoravam a produzir seus frutos, atualmente com o avanço da engenharia genética uma tamareira gera fruto entre dois e quatro anos, isto é, praticamente qualquer indivíduo que tenha coordenação motora para plantá-la poderá tranquilamente colher tâmaras. Correto? Sim, todavia podemos considerar a expressão no sentido conotativo ou figurado. E, é desse sentido que a riqueza de possibilidades surge.
Na cultura popular dos árabes foi passado oralmente de geração para geração a história de um idoso que se encontrava plantando tamareiras no deserto. Um jovem se aproximou dele e convicto de seu ponto de vista interpelou: “Mas por que o senhor perde tanto tempo plantando o que não irá colher?” O senhor virou a cabeça e calmamente respondeu: “Se todos pensassem como você, ninguém no mundo jamais colheria tâmaras. Se hoje sei o sabor da tâmara é porque um dia alguém plantou uma tamareira”. Não é relevante quem se beneficiará dos frutos, o importante de fato é o trabalho realizado. Compreende, meu rapaz? Não é perda de tempo, todavia uma grande oportunidade de deixarmos um legado para a humanidade usufruir. Este é o primeiro dos grandes ensinamentos, muitas vezes somos egoístas e ingratos. Se recebermos a notícia de que não haverá mais água potável daqui a 90 anos, provavelmente responderemos “ainda bem que não estarei vivo até lá”, entretanto muitos estarão, possivelmente nossos próprios filhos e netos. Se egoisticamente não nos atentamos para o futuro dos seres humanos, também não agradecemos os cientistas pretéritos e presentes que inventaram remédios para aliviar nossa dor ou descobriram a cura ou tratamento para terríveis doenças. Não agradecemos aqueles que um dia deram a vida ao lutar bravamente contra governos ditadores possibilitando a nossa atual liberdade, enfim não agradecemos aos grandes feitores da humanidade, aliás, também não agradecemos o homem simplório da roça que nos oferta tão sofrivelmente o alimento que compramos facilmente nos mercados, não agradecemos ninguém que coletivamente nos auxilia indiretamente.
Outro precioso aprendizado que podemos extrair do referido provérbio é que “quem planta tamareira”, além de ser solidário com o outro é otimista e esperançoso. Crê que sempre haverá pessoas de bem que possam perpetuar a corrente da plantação de tamareiras, ou seja, humanos preocupados com aqueles que ainda nem existem, algo muito raro no mundo contemporâneo, principalmente nos países mais ricos; por exemplo, a destruição desmedida do meio ambiente com objetivos estritamente industriais e capitalistas. Infelizmente, o vocábulo da moda “sustentabilidade” é uma grande piada em muitos países.
As tamareiras ou datileiras (Phoenix Dactylifera) são cultivadas há milênios nos oásis da zona desértica do norte de África, podendo ser consideradas verdadeiros símbolos de resistência e robustez, dessa forma, por abstração a tamareira passa-nos o lindo exemplo de que devemos lutar contra as adversidades por longos anos.
Além de tudo, trata-se de uma palmeira demasiadamente bela, servindo para provocar em nós sentimentos de elevada satisfação bucólica. No Sermão da Montanha foi proferido “Olhai os lírios do campo, eles não tecem nem fiam, no entanto nem Salomão em todo o seu esplendor cobriu-se como um deles”. Uma bela mensagem para os dias de hoje em que trabalhamos em demasia e nos esquecemos das pessoas que amamos e das belezas naturais que nos cercam. Poderia dizer tranquilamente que assim como os lírios, as exuberantes palmeiras causam a mesma reflexão, porque quando paramos para olhá-las ingressamos em universo muito especial de sublime relaxamento e paz. Existem muitos outros ensinamentos subtraídos do provérbio árabe ou das características da própria tamareira que tratarei em textos futuros. Caso realmente coloquemos em prática a aprendizagem extraída tamareira, seremos seres melhores e mais felizes.
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7 de fev de 2016

"O iminente colapso de Boston" é o lançamento do autor Vandi Dogado pelo selo Talentos da Literatura Brasileira

O livro “O eminente colapso de Boston” é a sexta obra do autor Vandi Dogado, a primeira lançada pelo selo Talentos da Literatura Brasileira, do Grupo Editorial Novo Século.
A obra traz a história de Patrick Monks, brilhante decifrador de códigos da CIA, que é chantageado pela Rátio, uma poderosa sociedade criminosa, para invadir uma fortaleza subterrânea do governo americano. Em troca, a organização possibilitaria a cura de uma grave doença que acomete sua esposa.
Porém, entre a pátria e a amada, Patrick decide salvar a vida de seu grande amor e as consequências podem ser mortais para milhares de pessoas. O leitor irá encontrar poderosos exoesqueletos, pílulas de aprimoramento intelectual, robôs gigantes e armas nucleares que ameaçam devastar Boston.
Sobre o autor: Vandi Dogado é autor de “Quem nunca esteve lá” (contos populares), “Inteligência e aprendizagem: desafios mentais” (Psicologia Cognitiva), “Escrita e Leitura: novas tecnologias da informação e comunicação” (educacional), “Mentalux: técnicas de estudo e otimização do tempo” (guia de instruções) e “O templo de Aiakos” (ficção), este último publicado em Portugal e nos EUA. Seus livros já conquistaram leitores em outros países, principalmente os de língua inglesa. Agora, começa a ser conhecido também pelos leitores brasileiros.
Dados Cadastrais
Título Nacional: O iminente colapso de Boston
Autor: Vandi Dogado
Categoria: Ficção; literatura brasileira
Nº de Páginas: 224
Formato: 14x21
Acabamento: Brochura
Edição 1ª edição
ISBN Livro: 9788542807813
Preço: R$ 34,90
Fonte: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,816495,_O_iminente_colapso_de_Boston_e_o_lancamento_do_autor_Vandi_Dogado_pelo_selo_Talentos_da_Literatura_Brasileira,816495,1.htm

3 minutos e 50 prêmios: vídeo mostra o poder que os cães têm de nos transformar

Os cães têm uma supremacia no entendimento do amor em relação a todos os seres da Terra. Amam seus donos incondicionalmente e são capazes de nos oferecer a oportunidade de refletir sobre nossas condutas. Os cães não guardam mágoa ou rancor, estão sempre dispostos a oferecer alegria, não são preconceituosos e sabem perdoar quando estamos sem paciência para lhes dar a devida atenção ou quando somos indelicados com eles. Já escrevi em meus livros que os cães vieram ao mundo ensinar o valor do amor incondicional aos seres humanos. Este vídeo ganhou dezenas de prêmios, pois alerta para a capacidade que tem um cão de transformar nossa interpretação sobre as dificuldades da vida. Vale a pena assistir um dos vídeos mais premiados dos últimos anos. Um vídeo simples e poderoso... 


Professores, a escada para a liberdade

5 de fev de 2016

11 regras infalíveis em qualquer negociação


Sabemos que os indivíduos com eficiente poder de convencimento são mais bem-sucedidos nos negócios, mas qual o segredo de um hábil negociador? Abaixo seguem algumas regrinhas básicas para quando você se sentar à mesa com alguém a fim de obter êxito em seus propósitos:
Tenha em mente que ninguém resolverá os seus problemas se não apresentar soluções para os problemas de seu interlocutor;
Leve projetos escritos e propostas consistentes;
Analise as circunstâncias vividas e as características psicobiosocial do indivíduo com que irá negociar;
Seja objetivo durante a reunião, as apresentações têm de ser breves, por isso não conte histórias sobre sua vida ou profissão, mantenha-se focado apenas no que irá oferecer e pleitear, salvo pequenos comentários;
Conheça todas as nuances do produto, trabalho ou ideia que almeja vender;
Não minta sobre seu projeto, produto ou ideia. Mostre os pontos fortes e os fracos;
Seja um leitor dos mais variados gêneros textuais, pois homens vazios de conteúdo são desinteressantes;
Aprenda técnicas de comunicação;
Seja paciente, quem tem de ser objetivo é você, mas se seu interlocutor começar a contar histórias, ouça tudo com interesse e atenção. 
Jamais use o celular, nem mesmo para olhar a hora. De preferência desligue-o. Além de desagradável, tira totalmente o foco de seus objetivos;
O equilíbrio entre o humor e os bons modos são importantíssimos.

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